Minha Consideração Sobre Nosso Momento Político!

 

Meus amigos, temos um problema programático pessoal:

 

  • ESTRUTURA DE PENSAMENTO CORRETO – O pensamento correto depende de uma visão interior de mundo que se forma a partir de (a) uma experiência com a linguagem e que se organiza a partir da literatura que alimentou nossa alma, (b) da religião que foi ensinada pelo exemplo na nossa formação educativa familiar, (c) do posicionamento cultural que nos impingiram na escola e faculdade e, naturalmente da credibilidade que demos às pessoas que escolhemos para admirar e cultuar, e, (d) por fim, dos políticos e do caminho que decidimos defender como ideal para a sociedade. O pensamento está dominado por estas 4 bases e eu entendo que nem noção sobre isto os falastrões da Internet em todo canto sabem. Por exemplo? Sabe-se que no mínimo 50% de todos os universitários são analfabetos funcionais, portanto, no mínimo 50% de todos os professores, de todos os políticos, de todos os jornalistas, de todos os que acham que devem falar.

 

  • CRITÉRIO DE EXPOSIÇÃO DE PAUTAS – A capacidade de entender um tema qualquer é profundamente ridículo em todos os cenários e em praticamente 90% de tudo que tenho encontrado postado em toda parte em Facebook, Youtube, etc. Notemos bem, para expor qualquer coisa de modo que possamos aceitar com mínima seriedade, é preciso: (a) que haja uma enunciação do problema com a sua identificação no plano da realidade e não da pseudologia fantástica, (b) em seguida, sendo verossímil a hipótese é fundamental que a notícia ou a fala de quem quer que seja devemos reunir material factível com provas ou documentos, (c) em seguida, uma leitura/verificação do material que deve abordar “ambos lados do problema” deve ser verificado com vergonha na cara e não com uma opinião já decidida e “pré conceituosa” e, (d) então, a tomada de decisão sobre o assunto é feita com esta mínima história com o assunto. Mas, o que temos visto em praticamente o tempo todo são pessoas que se baseiam em (1) fake news, (2) falatório de partidos, (3) argumentadores de ocasião que se baseiam em falatórios e não no critério de exposição das pautas, (4) e, sobretudo, em “muita emoção” destemperada.

 

  • EMOCIONALIDADE DESTEMPERADA – É aqui que entra a crise emocional que leva a histeria coletiva de uma multidão de pessoas que agem por impulsos e ficam presas num circuito de “rixas infantilóides” e “ódios supostamente por conta da política”, quando na verdade é apenas o reflexo de uma vida desorganizada na pessoalidade somada com a deficiência de um pensamento correto e da capacidade (ou preguiça) de exercer critério na exposição das pautas. O que tem de gente em crise existencial e psicologicamente destemperada é uma enormidade sem precedentes. Os números de depressivos, ansiosos, desesperados, estressados é tão enorme que o maior escritor brasileiro é um psiquiatra (Augusto Cury) e não alguém de literatura ou da língua portuguesa. E o que é pior: diga a palavra “Bolsonaro” e a carga de mágoa e derrotismo se revela com ampla virulência. Diga a palavra “Lula” e o sentimento de indignação se revela por instantâneo.

 

  • FALTA DA VISÃO PANORÂMICA – Por fim, a falta de uma visão panorâmica sobre a própria vida e da conexão desta com o todo (holística), se revela como uma falência existencial incrível. As pessoas não se percebem como “santuários espirituais” (1ª Coríntios 3:16-17) e não compreendem que a justa medida da vida é que ela só funciona se ocorre dentro de quatro dimensões definidas por Jesus como sendo emocional, intelectual, espiritual e física (Mateus 22:37; Marcos 12:30; Lucas 10:27). Não se dão conta de que a cura para todas as mazelas humanas principia nos termos da ação do Espírito de Deus no homem (João 16:7-11) e que primeiro, devemos desintoxicar nosso corpo para depois, com o sangue limpo, poder avançar na direção da experiência espiritual que governará razões e emoção (Romanos 12:1-3) – porém, como disse anteriormente, quem se dá conta disto? Se a “estrutura de pensamento correto” é inexistente lá na base, como, pelo amor de Deus, poderemos ter qualquer percepção de qualquer valor digno da mais elevada estirpe em quem quer que seja? Mais ainda, há um campo de investigação que nem cogitado é: “a guerra contra os seres espirituais” (Efésios 6:10-13) – mas aí já é transcendência e, se a maioria de nosso povo não sabe fazer cocô e nem beber água direito, imaginem a dificuldade sobre as grandezas transcendentais!

 

São dias sombrios não porque o Bolsonaro quer um Estado menor e o petismo está sendo terrivelmente perseguido com uma única palavra que causa pânico e verdadeiro terror: AUDITORIA.

Por que a auditoria causa terror?

Porque quando um indivíduo fez “merda” e sabe que fez, a estratégia é “desviar ao máximo a atenção do principal” e o principal é uma coisa só: Cadê o dinheiro do BNDES, da Petrobrás? Cadê o serviço exato que foi realmente feito por estes governos que prometeram por exemplo a Transposição do São Francisco e que deixaram 13 milhões de desempregados e os banqueiros mais ricos do que em qualquer outro momento da história?

Não há qualquer defesa! Os processos pululam em toda parte, as operações são tantas que a Polícia Federal terá que contratar mais gente e pedir ajuda a outras polícias para suprir a carga de auditorias e investigações – o rombo é monumental, coisa de 1 trilhão de reais, uma geração inteira está perdida! Negar isto chega a ser uma condição mental de rebeldia inepta!

O que tem que surgir é um NOVO BRASILEIRO que não seja mais manipulado por petistas literalmente criminosos, e nem por uma onda bolsonariana como se fosse para substituir um líder por outro. Nosso líder tem que ser Jesus Cristo primeiro, e em seguida, nossa família. Qualquer pessoa que ponha políticos ou líderes fora desta base primordial – é um tolo!

Bolsonaro será nosso Presidente por 4 anos e, como cidadãos, temos que ser pessoas maiores do que ele em palavras, religião, família, ética.

Fora disto somos indignos de sequer falar – porque nem sabemos profundamente do que estaríamos tratando e, a falta desta profundidade é que nos torna tolos, massa de manobra e infantis em muitas situações.

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